Armas e bagagens

Não gosto de despedidas, nunca gostei. Comovem-me. Muito. Mas hoje resolvi ir dar um beijinho às pessoas que ultimamente mais me têm apoiado, acompanhado nesta fase e fiquei feliz. Fiquei imensamente agradecida pela comoção e pela amizade que vi nos olhos delas. Por estar a mudar de vida, por estar numa nova fase de plena vida e comunhão e por estar feliz. Quando partilhei a boa nova vi como ficaram comovidas e não pude disfarçar a minha comoção também. Estou tão sensível. Meu Deus, mas eu sei, elas sabem, que estou sempre por perto, mas que tenho um novo desafio pela frente que não posso adiar. Está na hora. Chegou agora o momento e foi Deus quem me trilhou o destino. Muito obrigada. Tenho muita sorte em continuar a ter muito amor à minha volta e todos se preocuparem comigo. E tem sido fascinante a aproximação de tantas amigas nestes últimos meses. Não vou esquecer nunca. Desde Agosto que o apoio da Tânia e da Susaninha têm sido cruciais em tudo o que tenho passado, assim como da minha família e nunca me irei esquecer, nunca na vida. E vou terminar por aqui, senão as lágrimas teimam em cair e manchar o teclado.